sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Eu tenho aquilo que se pode chamar de "Computador da Dona de Casa".
Hoje, por exemplo, enquanto ele iniciou tive tempo para fazer a cama e preprar a salada para o almoço.
Se há dias em que isso não incomoda, há outros em que me deixa à beira de um ataque de nervos! Ou seja, uma dona de casa desesperada!
Aqui fica a marca dos calmantes que preciso. Agradecia colaboração, uma vez que sou uma pessoa pobre e a comparticipação que o estado dá aos medicamentos é cada vez menor!

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

HandMade

As Praxes

Se calhar não tenho estado muito atenta nos últimos anos. Ou isso, ou então as praxes este ano são mais visíveis à comunidade.
Ainda assim, aposto na pri meira hipótese. Sou eu que não tenho andado muito atenta.
Bem, seja como for, a verdade é que a cidade está mais preenchida, mais barulhenta.
Ainda ontem estava sentada numa esplanada e, na mesa do lado, estavam 3 jovens que não teriam mais do que 20 anos. Se tanto!
À sua volta, alguns caloiros amedrontados, enquanto os jovens cresciam e se sentiam gente importante.
Ao que parece, a praxe serve para dar lugar a jovens que não sabem muito bem o que andam por aqui a fazer e, entretanto, aproveitam para exercer o seu "poder" sobre os caloirinhos!
O ano de caloiro é suposto ser o melhor de toda a nossa vida académica. Serve para integrar os alunos numa comunidade que, na maioria das vezes, não é a sua; para lhes dar a conhecer um novo "mundo", uma nova realidade. Não para que meia dúzia de frustrados aproveitem para se sentir gente.
Eu recordo com a maior saudade o meu ano de caloira. Fui praxada por gente com muitos anos de academia. As temidas matrículas já com 2 dígitos. Os gigantes perante os caloirinhos novos, ignorantes e indefesos. Fomos tão bem tratados que recordo, até hoje, e com muita saudade o meu ano de caloira.

O Que Aprendeste Ontem? #1

Ora pois!
Ontem aprendi que, nunca, jamais, em tempo algum, se deve menosprezar uma intuição!
E os números do euromilhões? Só desconfiar quais serão. Vá lá!
Não sou uma pessoa popular.
Há pessoas com uma capacidade natural de criar empatia. Eu não tenho essa capacidade. Aliás, há poucas pessoas com quem crio uma empatia imediata. Ou desenvolvo antipatia, ou simplesmente não me despertam nenhum tipo de reacção ou sentimento.
No primeiro caso pouco haverá a fazer. Há poucas situações em que as pessoas me obrigaram a dar-lhe uma segunda oportunidade. Mas @s que conseguiram, conquistaram-me!
No segundo caso, ou fico pelo politicamente correcto, ou então acabo por perceber que a primeira impressão não foi a mais correcta. E gosto muito quando me surpreendem.
Ser agradável com todas as pessoas com quem tenho de lidar, seria obrigar-me a ser artificial. É quase contra a minha natureza. Atenção! Não quero com isto dizer que quem o faz é artificial.
Eu é que não sou, nem nunca senti necessidade de ser uma pessoa popular.
Julgo que isto não faz de mim uma sociopata. Mas prometo que, logo que tenha tempo, consultarei um especialista.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Cada vez sinto menos necessidade de agradar aos outros. Ou gosto das pessoas e me sinto bem junto delas e basta-me ser natural; ou se não gosto também não me esforço. A minha paciência para hipocrisias é cada vez mais limitada.
Desconfio que quando chegar aos 40 estarei uma ordinarona do pior.

O Novo Livro dos Porquês

Muit@s não se lembrarão do "Livro dos Porquês", uma pequena maravilha que fazia as delícias da miudagem das gerações de 70 e 80.


Parece-me que está mais do que na altura de uma nova edição, "O Novo Livro dos Porquês".
Aquele que tod@s conhecemos apresentava 500 questões que perturbavam bastante o nosso processo de desenvolvimento e as respectivas respostas.
Desta vez, proponho algumas das questões que atormentam o meu dia-a-dia, com a respectiva proposta de melhoria, já que a resposta é coisa que tenho procurado incessantemente, mas não há maneira de a encontrar. De modos que, quem não tem cão caça com gato. E vai daí, aqui ficam algumas das primeiras.
1. Porque raio temos de trabalhar?
Não seria bem melhor cada um de nós ter, logo assim à partida, um plafond mensal? Depois era uma questão de o gerir o melhor possível. Claro está que esta medida genial não impedia ninguém de exercer uma actividade laboral! Quem quisesse aumentar o seu plafond mensal, pois poderia muito bem trabalhar. Mas em vez de uma obrigação, esta actividade passaria a ser encarada como um hobbie, mas muito melhor, porque seria um hobbie remunerado. Aposto em elevadíssimos indices de produtividade! Pensem nisto!!
2. Porque raio temos pêlos?
Não seria bem melhor cada um de nós vir limpinho dessas coisas? Quem quisesse um bom sovaco à sueca, ou uma bigodaça de impor respeito, só teria de fazer o devido requirimento ao Departamento da Criação e pedir. 

To Be Continued...

@Sortelha







sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Sexta-Feira!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Férias na próxima semana!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

- Pessoas que se fazem de parvas;
- Pessoas realmente parvas;
- Pessoas falsas ou pouco naturais;
- Pessoas incompetentes.

Afinal isto não são coisas que me irritam. São coisas que me irritam mesmo muito!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Sorte e azar não existem.
Existe conhecimento, empenho, motivação, perfeccionismo e os devidos resultados.
Pois que a cerveja hidrata tanto como a água e... melhor ainda! O seu consumo não tem nada a ver com o aumento da barriga!
Ah!!!!!!!! Como eu gosto de estudos científicos!
A minha moral hoje está  bem lá em cima!

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Hoje aqui fica um grande conselho.
Não ofendei portas onduladas, paredes e outros que tais.
Odi et amo.
Quare id faciam fortasse requiris.
Nescio, sed fieri sentio, et excrucior.
                                                                      Catullus

E é isto!
Ontem tive mais uma grande ideia!
Aliás, grandes ideias é mesmo coisa que não me falta!
É isso e vontade de mudar de vida!

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Ora, já não é novidade a minha memória de peixe e a tendência para ataques de alzheimer! Por isso, é perfeitamente natural ir às compras e trazer apenas metade daquilo que realmente preciso.
Foi exactamente o que aconteceu ontem. Fui às compras e esqueci-me de comprar uma lâmpada para a cozinha, que esteve 2 dias à luz de velas.
Uma cozinha à luz  de velas é engraçado, que é, mas pouco prático.
Assim, hoje quando saí do trabalho, lá fui eu ao continente comprar a única coisa que me faltava: uma lâmpada.

Nesses entretantos....
S1 - Olá está boa?
A - Sim e tu?
S1 - Também! Eh! vieste de propósito comprar uma lâmpada?
A - Sim.
S1 - Deves precisar mesmo dela!
S2 - Olá como estás?
A - Estou bem e tu?
S2 - Também! eh! vieste comprar só uma lâmpada?
A - Parece que sim!
S2 - Deves precisar mesmo dela!

Não, não precisava mesmo da lâmpada! Fui às compras apenas porque isso me dá um gozo do caneco! Aliás, não preciso de nada daquilo que compro...
Se eu estivesse a comprar uma caixa de tampões, pensos higiénicos, uma alface, ou um pack de cervejas APENAS, alguém teria achado uma coisa absurda ir às compras e comprar apenas uma coisa????? Qual é o problema de comprar uma coisa de cada vez??????

Jorge Palma - O Bairro do Amor



Hoje apeteceu-me!