Numa conversa de café falava-se coisas sem sentido. Até que alguém diz que se um dia tiver um filho, preferia que ele fosse toxicodependente a homossexual, já que por um filho toxicodependente qualquer pai/mãe poderá fazer o que estiver ao seu alcance para que este abandone o vício.
Não consegui tecer nenhum comentário no momento, como não consigo agora.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Ouvi agora na rádio que as malas das mulheres têm, em média, 67 objectos.
Oi?
Consideraram cada uma das moedas, o cartão multibanco, o cartão de cidadão, os documentos do carro, cada um dos lenços de papel que vêm dentro de uma embalagem e todos os talões do multibanco que andamos a juntar desde 2006, só pode!
Mesmo considerando isso tudo, desconfio que a minha mala foge à média.
Se há coisa que o português gosta é de ser desgraçadinho.
Juntam-se duas pessoas e o melhor dos temas é, obviamente, doenças. A situação ideal é que se trate de doenças diferentes, para cada um enaltecer a sua como a pior do mundo, com sintomas excruciantes. Quando se dá o caso de ambas as pessoas sofrerem da mesma maleita, é preciso alguma imaginação, já que o que importa é sofra muito mais que a outra.
Ó fado!
Tal como a pessoas limitadas ou com falta de inteligência, também sofro de falta de tolerância a pessoas de tal forma carentes, que qualquer coisa serve para chamarem a atenção dos outros.
esta pequena BMW C 650 GT é tão, mas tão linda...
Ah! e não vale dizer que não pode ser, que a Besbi vai ficar magoada com a troca, que o capacete superfashion rosa choque às bolinhas não fica aqui bem.
A Besbi trocou-me... logo, quem está magoadinha sou eu. Este era um bom miminho, ajudava-me a esquecer a ingratidão num instantinho.
E o capacete superfashion continua a ser superfashion!